Take care... the big brother is watching you

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sim, a fotografia não é um crime. Centenas de fotógrafos amadores e profissionais preenchem o álbum no Flickr através da campanha que o British Journal of Photography lançou chamada "Not a crime" afirmando com orgulho que uma objectiva não atira balas, e que um tripé tem apenas vagas semelhanças com uma metralhadora.



"Police routinely invoke anti-terror legislation to prevent photographers from carrying out their work, and photojournalists are constantly filmed at public gatherings and their details kept on an ever-growing database. Tourists, particularly foreign tourists, are also targeted by police, as was the case with an Austrian father and son recently who made the mistake of photographing a building of an extremely sensitive nature—Walthamstow bus station. Put simply, Britain has become a no-photo zone, and so if you fail to comply, you may find yourself liable to attack, arrest or harassment. Recognising that Britain is not the only country where such a draconian anti-photographer culture is developing, the British Journal of Photography is beginning an international visual campaign to raise awareness."












Contribute to this visual campaign with your own auto-portrait

For full details about this campaign, read this article.

Download the not-a-crime banner and add it to your website!


small big

segunda-feira, 4 de outubro de 2010




NOVOPRESS 13/09/2009

Todos parte da camarilha….


Assistir ao duríssimo questionamento da comissão de inquérito senatorial nos Estados Unidos para a nomeação da juíza Sónia Sottomayor para o Supremo Tribunal é ver um magnífico exercício de cidadania avançada. Não temos em Portugal nada que se lhe compare. Se os nossos parlamentares tivessem a independência dos congressistas americanos, Cavaco Silva nunca teria sido presidente, Sócrates primeiro-ministro, Dias Loureiro Conselheiro de Estado, Lopes da Mota representante de Portugal ou Alberto Costa ministro da Justiça. O impiedoso exame de comportamentos, curricula e carácter teria posto um fim às respectivas carreiras públicas antes delas poderem causar danos.

Se a Assembleia da República tivesse a força política do Senado, os negócios do cidadão Aníbal Cavaco Silva e família, com as acções do grupo do BPN, por legais que fossem, levantariam questões éticas que impediriam o exercício de um cargo público. Se o Parlamento em Portugal tivesse a vitalidade democrática da Câmara dos Representantes, o acidentado percurso universitário de José Sócrates teria feito abortar a carreira política. Não por insuficiência de qualificação académica, que essa é irrelevante, mas pelo facilitismo de actuação, esse sim, definidor de carácter.

Do mesmo modo, uma Comissão de Negócios Estrangeiros no Senado nunca aprovaria Lopes da Mota para um cargo em que representasse todo o país num órgão estrangeiro, por causa das reservas que se levantaram com o seu comportamento em Felgueiras, que denotou a falta de entendimento do procurador do que é político e do que é justiça. Também por isto, numa audição da Comissão Judicial do Senado, Alberto Costa, com os seus antecedentes em Macau no caso Emaudio, nunca teria conseguido ser ministro da Justiça, por pura e simplesmente não inspirar confiança ao Estado.

Assim, se houvesse um Congresso como nos Estados Unidos, com o seu papel fiscalizador da vida pública, por muito forte que fosse a cumplicidade dos afectos entre Dias Loureiro e Cavaco Silva, o executivo da Sociedade Lusa de Negócios nunca teria sido conselheiro presidencial, porque o presidente teria tido medo das cargas que uma tal nomeação inevitavelmente acarretaria num sistema político mais transparente. Mas nem Cavaco teve medo, nem Sócrates se inibiu de ir buscar diplomas a uma universidade que, se não tivesse sido fechada, provavelmente já lhe teria dado um doutoramento, nem Dias Loureiro contou tudo o que sabia aos parlamentares, nem Lopes da Mota achou mal tentar forçar o sistema judicial a proteger o camarada primeiro-ministro, nem Alberto Costa se sentiu impedido de ser o administrador da justiça nacional em nome do Estado lá porque tinha sido considerado culpado de pressionar um juiz em Macau num caso de promiscuidade política e financeira. Nenhum destes actores do nosso quotidiano tinha passado nas audições para o casting de papéis relevantes na vida pública nos Estados Unidos. Aqui nem se franziram sobrolhos nem houve interrogações. Não houve ninguém para fazer perguntas a tempo e, pior ainda, não houve sequer medo ou pudor que elas pudessem ser feitas. É que essa cidadania avançada que regula a democracia americana ainda não chegou cá.

Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa, na sua enorme limousine, quando viu dois homens à beira da estrada comendo relva. Ordenou ao seu motorista que parasse e saindo, perguntou a um deles:

- Porque é que estão a comer relva?
- Não temos dinheiro para comida... - disse o pobre homem - por isso temos que comer relva.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo, estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.

O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas... senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: - O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos!

O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo!
Vocês vão ficar encantados com a minha casa...
A relva está com mais de 20 centímetros de altura!

Alerta'tótó
Quando achar que um banqueiro (ou banco) o está a ajudar, não se iluda,
pense mais um pouco...

(hugo chavez em paris)


"O que está em questão é mais do que um pequeno país [Kuwait], é uma grande ideia - uma nova ordem mundial, onde diversas nações se unem na causa comum de atingir as aspirações universais da humanidade: paz e segurança, liberdade, e a autoridade da lei. Assim seria um mundo digno de nossa luta, e digno do futuro de nossas crianças."

Presidente George Bush em seu discurso do estado da união, 16 de janeiro de 1991.



Factura da EDP


Já toda a gente reparou na factura da EDP que recebe em Casa da cobrança de 3.42 Euros respeitante à Contribuição Audiovisual

E perguntamos nós portuguesinhos;

Porque é que uma empresa pública/privada
cobra uma taxa que nem sequer lhe diz respeito?

Porque temos de pagar isto???
As estações já pagam os devidos direitos de autor(a maior parte já é do dominio público) e a maior parte do tempo é publicidade
particularmente, nem sequer ouço rádio (que me aborrece profundamente) e raramente vejo televisão
Estou a pagar porquê e para quem???
E para onde vai esse dinheiro???
E mais grave ainda:
Porque é que as escadas de condomínios também pagam OS tais euros para OS tais audiovisuais.
— Temos televisão quando subimos as escada de Casa?
E porque é que a casota de campo para apoio agrícola, também paga a mesmissima Taxa?
... e os contadores agrícolas espalhados por esses campos fora cada um a pagar esse imposto, — deve ser para as plantinhas ouvirem música...
e as explorações agropecuárias... é que os animaizinhos parece que produzem melhor leite, ovos, carne... se calhar até se justifica !?

Vamos lá ver:
1 milhão de facturas dá mais de 3 milhões de Euros...

E se me disserem que é para a RTP eu exijo a devolução do dinheiro.
Afinal pago a TVCabo para ter TV, outros pagam a TVTel, outros a Cabovisão, etc.

neste país tudo se paga,
desde os milionários salários e prémios dos gestores
até as incompetências dos nossos "desgovernantes".


ouvi dizer que
EXISTE UM DOCUMENTO NA EDP QUE VOCÊS PODEM PEDIR E PREENCHER, A NÃO AUTORIZAR QUE A EDP FAÇA ESSA COBRANÇA.
ISTO JÁ EXISTE HÁ MUITO TEMPO, BASTA PREENCHER O DITO DOCUMENTO, N.º DO CONTRIBUINTE E B.I., E JÁ ESTÁ!
NO MÊS SEGUINTE JÁ NÃO VEM A TAL CONTRIBUIÇÃO AUDIOVISUAL PARA PAGAR

Vamos lá reencaminhar,
andamos a ser comidos por parvos e ninguém faz nada...
Reencaminhem por favor

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


Revela a história não autorizada da maior empresa de refrigerantes.
É um relato completo da História de desonestidade, abuso de poder económico e político, trato desumano de trabalhadores e outros aspectos que caracterizam a marca de refrigerantes
COCA-COLA.
Conta ainda sobre as actividades ilícitas de importação de folha de coca para fabricação do produto e as íntimas relações de poder entre o famoso ex-presidente da empresa, Robert Woodruff, e as principais autoridades políticas dos Estados Unidos - incluindo o presidente.
O autor, Mark Pendergrast, tem uma relação íntima com a empresa: os seus pais eram funcionários da multinacional em Atlanta e o próprio Mark morava num bairro chamado "Beco da Coca-Cola".
Ficheiro compactado rar, 6mb, LINK AQUI ou AQUI

Precisa de ajuda sobre o download? clique aqui.


Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada tranquilamente uma pequena rã. Após algum tempo, é aceso um pequeno fogo debaixo da panela e a água começa a aquecer muito lentamente, pouco a pouco água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, contínua a nadar, a temperatura da água contínua a subir... agora água está mais quente do que a rã gostaria, sente-se um pouco cansada, mas, não obstante, isso não a amedronta… mas agora água está realmente quente e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada. Então aguenta e não faz nada... A temperatura contínua a subir, até que a rã acaba, simplesmente, morta e cozida.

Olivier Clerc

sábado, 4 de setembro de 2010


Saiba a Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial

Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.

Perguntar às pessoas porque elas não agem ou dizem ou fazem o que realmente acreditam ser o correcto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver.
Essa é a idéia: se você pode inflacionar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, a moradia e o vestuário, então pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos precisa ganhar, mais escolhas tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais precisa, menos escolhas tem.

Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O facto de que nós como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental colectiva que se tem espalhado neste planeta.


Os bancos controlados pela Elite emprestam legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer funcionar essa fraude, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com “dinheiro” teórico: cheques e cartões de crédito (valores de mercado). Se toda gente fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.

A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, com efeito… Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, a sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos € 10.000 num computador. Se o banco lhe estivesse a emprestar o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em € 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de € 10,000?

O seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras num ecrã de computador! E a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registado nas contas do banco como um “activo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.

A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os activos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a actividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas e freqüentemente são empurradas à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras num ecrã de computador e cobrar juros por elas.

Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro”, quando na realidade, eles não são nada além de dados num programa de computação sem nada para justificar esses dados.

Por mais estarrecedor que seja, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação – não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.

Ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.

Um “boom” econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos “bons tempos” da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos “líderes” políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.

Por causa desse passe de mágia, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca e a necessidade de pagar juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.

Olhe para o que acontece somente numa transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou factura, um IOU em outras palavras, e entrega-a à Reserva Federal, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “activo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!

Todo o mundo envolvido num processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc… Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram “emprestado”. Até que compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver numa porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que pagamos numa hipoteca é apenas para pagar os juros. Se tiver um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional de Westminster da Inglaterra, pagará de volta £152.000. Comprará três casas para viver numa. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: “Banco Nacional de Westminster – nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.

Por toda parte as pessoas fazem coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deve-se predominantemente a um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!

É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.

Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, as nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Tá a ouvir?

O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra o sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.

Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados os nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.

O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.

Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.

O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?

Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.

Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.

Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”

Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento”.

Por exemplo: quem beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?

Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.

David Icke


«Tecnicas de persuasão e lavagem cerebral»
actualmente sendo utilizadas no povo.
Ficheiro word, 68 kb, 12 páginas.

Fala de experiências científicas de lavagem cerebral, pregadores revivalistas que falam para o público, anuncios de tv, técnica de voz ritmada ( parece o nosso ministro sócrates a falar), técnica de confusão programada, crenças e movimentos de massas, e mais..

"O Poder Secreto" de Armindo Abreu

É uma leitura minuciosa e detalhada sobre os poderosos do mundo.
(clique aqui para ver o conteúdo do livro)

download


Créditos : imperio oculto : Blog Sombra da Internet

35%
É quanto os três maiores bancos portugueses cotados em bolsas terão conseguido aumentar os seus lucros no conjunto dos primeiros três trimestres de 2009, face ao mesmo período de 2008, para 691 milhões de euros, de acordo com a previsão de um conjunto de analistas ouvidos pelo "Diário Económico".

quinta-feira, 8 de julho de 2010



É bom reforçarmos o facto de sermos controlados por uma "elite" corrupta! Uma elite que trama os mais absurdos planos que vão desde a implantação de simbologias e numerologias até a despopulação global.
Ps: A legenda está um pouco errada.
* JUNTOS CONSEGUIMOS!!

terça-feira, 6 de julho de 2010

A Verdadeira História do Clube Bilderberg – Daniel Estulin
Título original: The True Story of The Bilderberg Group
Tradução: Susana Serrão -
Pp.: 368
Colecção: Biblioteca das Ideias
ISBN: 978-972-1-05966-5
Data de Edição: Dezembro 2008


Entre num mundo de intrigas e secretismo e passe a saber o que nunca antes foi revelado!
Desde que se reuniram pela primeira vez no Hotel Bilderberg, em 1954, os homens mais poderosos do mundo cumprem anualmente este ritual e durante um fim-de-semana planeiam os destinos da Humanidade, estejam eles relacionados com questões económicas e políticas ou com relações internacionais. Intitularam-se o Clube Bilderberg e este é constituído por nomes tão sonantes quanto Bill Clinton, Tony Blair, Paul Wolfowitz, Henry Kissinger, David Rockefeller, entre outros.
Mais de 50 encontros foram realizados, mas a imprensa nunca teve acesso nem às conclusões nem à ordem de trabalhos destas reuniões.
De que falam os homens mais poderosos do mundo? Que influências têm estes sobre os nossos destinos? O autor responde-nos exactamente a estas questões, e a muitas mais, provando-nos que este Clube tem ramificações bem enraizadas por todo o planeta. Saiba toda a verdade sobre os planos secretos de um clube de elite que acredita que tem o direito de ditar os destinos do mundo!
Daniel Estulin é um jornalista premiado que há 15 anos investiga os segredos e as tramas que envolvem o Clube Bilderberg. É autor de La Verdadera Historia del Club Bilderberg (2005), um best-seller traduzido em 29 línguas e publicado em mais de 49 países.

Durante os últimos cinqüenta anos, um grupo selecto de políticos, empresários, banqueiros e poderosos em geral tem se reunido secretamente para tomar as grandes decisões que movem o mundo. Se você quer saber quem aciona os controles por detrás da fachada das organizações internacionais conhecidas, não tenha dúvidas: leia este livro. Após treze anos de investigação, o autor conseguiu compor uma lista de participantes do lobby formado pelos homens mais ricos,
 poderosos e influentes do Ocidente, que se reúnem secretamente todo ano para lançar as estratégias de dominação no mundo. Ganhador do prêmio The Kingston Eye Opener de melhor livro estrangeiro de não ficção.

O famoso best-seller, editado em vários países e censurado em Portugal
Pdf ebook com 1,32 mb, 191 páginas expondo toda a verdade sobre os famosos bancários e empresários, conspiração do dinheiro e controle global, nova ordem Mundial. Quer saber quem está por trás da crise económica mundial ? Leia mais sobre os Bilderberg.. CFR, escravidão global, conspiração dos Rockefeller, Comissão Trilateral, Listagem dos participantes nas reuniões Bilderberg de 2005, e muito mais.

Alguns portugueses membros do Clube Bilderberg
(retirado dos comentários de um outro blogue):

António Barreto, António Borges, António Costa, António Guterres, António Vitorino, Artur Santos Silva, Carlos Monjardino, Carlos Pimenta, Eduardo Marçal Grilo, Eduardo Ferro Rodrigues, Elisa Ferreira, Fernando Faria de Oliveira, Francisco Lucas Pires, Murteira Nabo, Francisco Pinto Balsemão, Guilherme de Oliveira Martins, Jorge Sampaio, José Cutileiro, José Durão Barroso, José Galvão Teles, José Sócrates, Luís Mira Amaral, Marcelo Rebelo de Sousa, Margarida Marante, Manuel Maria Carrilho, Miguel Horta e Costa, Miguel Veiga, Nicolau Santos, Nuno Brederote Santos, Nuno Morais Sarmento, Pedro Santana Lopes, Ricardo Espírito Santo Salgado, Roberto Carneiro, Teresa Patrício Gouveia, Vasco de Melo, Vasco Graça Moura, Vasco Pereira Coutinho, Vítor Constâncio...

Download do livro
mais links nos comentários

quinta-feira, 1 de julho de 2010



0 - Tem um processo em curso de investigação


1 - Negou coisas que o seu chefe disse

2 - Esteve muito ligado ao PSD

3 - Sabe fazer umas cantarolas

4 - Também sabe jogar golfe

5 - É conselheiro de Estado

De quem falamos ????


- Dias Loureiro!...

A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde. ( sempre ajuda a justificar as ajudas de custo)

É o dono do maior Resort Turistico da Ilha do Sal...

(... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem e fugas ao fisco, etc, etc...)

PS: Alguém dá por ele na nossa imprensa?
O que nos leva a pensar tal esquecimento...?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo superior a mais de 4 mil milhões de euros, quando se tem amigos...por todo o lado...

Ler ainda ... O poder da mente (ou a falta dele)

domingo, 20 de junho de 2010

Suspeitos de afundarem finanças islandesas começam a ser detidos
07 MAI 10 às 00:29
Peça de Hélder Fernandes
TSF

Dois ex-directores do banco islandês Kaupthing, nacionalizado de urgência em 2008, foram presos esta quinta-feira. Mas a lista de possíveis detidos envolve mais de 125 personalidades, segundo a imprensa.

Os directores de bancos islandeses que arrastaram o país para a bancarrota em finais de 2009 foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota da Islândia.

Os dois arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.

A imprensa islandesa avança que estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro da Islândia.

Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro da Banca, o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.

A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, o antigo director da Banca, os responsáveis pela direcção-geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.

Em Outubro de 2008, o sistema bancário islandês, cujos activos representavam o equivalente a dez vezes o Produto Interno Bruto do país, implodiu, provocando a desvalorização acentuada da moeda e uma crise económica inédita.

segunda-feira, 14 de junho de 2010



discurso de um soldado americano
- ver este video antes que o retirem da net -
apareceu morto 2 dias depois do discurso,
autopsia revelou ter sido um ataque cardíaco
( já sabemos o que realmente aconteceu - foi assassinado)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010


Cómo dice Maradona... A mamarla so mamones!!!

sábado, 29 de maio de 2010

Um Palhaço chamado José Sócrates é um dos clientes da exclusiva (e cara) loja de Beverly Hills - USA, onde só entra um cliente de cada vez, com hora marcada, e com todo o staff de empregados ao seu dispor...

Este Palhaço tem direito a ter o nome escrito na montra e tudo! Ora vejam. (é o ultimo nome escrito no vidro da montra, e que a seguir ao nome, tem o pouco feliz título de Prime Minister of Portugal)

É o primeiro-ministro de um país atrasado da Europa e líder de um governo que nos conseguiu atirar ainda mais para a "Cauda da Europa" e atolar-nos em dívidas no estrangeiro até, pelo menos, ao ano 2050!!!

Soube-se há algum tempo, pelo jornal online i, que o nosso "Primeiro", é cliente de uma das lojas mais caras do mundo!...

Sim, sim! O Palhaço que declara às Finanças ganhar 5 mil euros por mês - por isso um "teso" para ser cliente desta casa - tem o seu nome escrito na montra da loja de novos ricos, da Rua Rodeo Drive, em Beverly Hills (Califórnia-Los Angeles).

Pasmem, pois parece que o preço de cada fato custa 35 000 €, motivo pelo qual só se atende um cliente por dia.

Divulgem. Andamos nós a trabalhar para isto!

PALHAÇO! É O QUE É

quinta-feira, 13 de maio de 2010



E a última para rematar o ramalhete, deste senhor, larápio.


Mal vai um país que tem deputados deste tipo. Que corja. O mal é que nós, votantes, elegemos um partido e não uma pessoa. Se calhar está na hora de mudarmos o nosso sistema eleitoral, passarmos a ter elegíveis por comarcas, daquele género que se enquadra no sistema inglês: votos por círculos, em que o povo sabe quem vai eleger e pode exigir-lhes responsabilidades.

Ah! Já agora, para poupar largos milhões aos cofres do Estado, poderiamos também acabar com o financiamento dos partidos com dinheiros públicos. Devíamos mudar para um sistema de quotas. Os filiados que paguem quotas para que os partidos andem por ai, a fazer porpaganda com os tostões que amealhassem.


COMENTÁRIOS PARA QUÊ?


O homen que rouba gravadores aos jornalistas!!!!


SE HOUVESSE MUITOS DRS. JOSÉ MARIA MARTINS, PORTUGAL SERIA, CERTAMENTE, O PAÍS DE TODOS OS PORTUGUESES
E NÃO UMA "HERDADE" EXPLORADA APENAS POR ALGUNS!
==============================================
Texto do Dr. José Maria Martins, Advogado, publicado no seu Blog :
http://jose-maria-martins.blogspot.com/

quarta-feira, 24 de Março de 2010
Portugal - Um país cheio de tiranetes, de crápulas que nas suas aldeias e vilas fazem a lei e subvertem a Democracia

sexta-feira, 7 de maio de 2010

clicar na imagem para ampliar

...claro que devem existir muitos mais... infelizmente.

clicar na imagem para ampliar

...fosga-se!...




2009-12-14

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.

NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS

O antigo governador do Banco de Portugal, Silva Lopes, defendeu hoje o congelamento dos salários “normais” e a redução dos salários mais elevados, duas medidas que considera fundamentais para enfrentar a actual crise.

“Temos de adoptar medidas não ortodoxas” neste momento de crise interna e internacional, disse o ex-presidente do Montepio Geral, numa sessão em sua homenagem promovida pela AIP (Associação Industrial Portuguesa).

No entender do economista, quem vai pagar esta crise, em primeiro lugar, são os desempregados. O resto da população deve “também participar nesse esforço”. Daí decorre a necessidade de congelar os salários “normais” e de cortar nos salários mais elevados, com o objectivo de financiar os desempregados, disse.
Silva Lopes apresentou uma visão bastante sombria para o momento actual da economia, antecipando crescimentos negativos neste e no próximo ano. Ao Governo de José Sócrates propõe que a prioridade deve centrar-se no apoio ao emprego.

Fonte: Jornal Público on-line

04.03.2009 – 15h33
 - Sérgio Aníbal – com Eduardo Melo


Esta notícia é apenas para lembrar que o dr. Silva Lopes, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, de onde saiu com uma indemenização de mais de 400.000 euros, acrescidos de várias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio, foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP. Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pelos políticos do governo, que continuam a distribuir milhões pela gente afecta aos partidos do centrão.

Contudo, em notícia da Agência Financeira de 24Mar2008, o presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, José da Silva Lopes, acaba de renunciar ao cargo. A renúncia, com efeito a partir de 1 de Maio foi anunciada aos colaboradores do banco numa missiva enviada pelo responsável.

«Comunico aos associados e aos colaboradores do Montepio e das empresas associadas que tomei a decisão de renunciar às funções de Presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral Associação Mutualista e da sua Caixa Económica, com efeitos a contar do próximo dia 1 de Maio», pode ler-se no documento. «Tomei esta decisão por razões de idade. A minha carreira profissional foi iniciada há 54 anos e sinto-me privilegiado por ela ter podido ser tão longa. Mas, à medida que o tempo passa, vai-se avolumando o meu receio de que o dinamismo da minha actuação esteja a ficar aquém do que é de exigir num cargo de tanta responsabilidade como o que tenho vindo a desempenhar à frente da Administração do Montepio», diz Silva Lopes no documento, publicado no site do banco.

Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num país com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência (eu acrescentaria da insolvência…). Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de
salários e o não aumento do salário mínimo nacional (ver peça acima do Jornal Público), por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro).

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações.
Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o “comissário PS” for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como estes ex-políticos que perante a crise “assobiam para o ar”, sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Estes senhores não têm vergonha ?
Claro que não porque o POVO CONTINUA A VOTAR NELES…
e o Povo é quem mais ordena… ou não???

Circula um e-mail fraudulento, que utiliza o nome do Banco Espírito Santo, a prometer o pagamento de 245 euros por cada reenvio da mesma mensagem. A iniciativa, alega o autor desconhecido do texto, parte de Bill Gates, que assim estará a partilhar parte da sua fortuna. Este é apenas um dos milhares de exemplos de mails que são reenviados por falta de conhecimento e que alimentam a publicidade indesejada nas caixas de correio electrónico de cada um.

Por : André Pereira

"Estes mails em cadeia são uma das formas de empresas obterem endereços de e-mail válidos para depois distribuírem publicidade não desejada", explicou ao CM Paulo Veríssimo, professor e investigador em segurança informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sublinhando: "Se a pessoa que reenvia o e-mail não apaga o cabeçalho, onde aparecem os endereços anteriores de outras pessoas, cria-se uma lista quase interminável de endereços, que valem milhões de euros para determinadas empresas."
O exemplo a que o CM acedeu já percorreu correios electrónicos de órgãos de comunicação social, organizações públicas e deputados. António Pires de Lima, José Luís Arnaut, Diogo Vaz Guedes ou Guta Moura Guedes são apenas alguns dos nomes que constam de uma lista de mails que preenche seis folhas de tamanho A4.
No e-mail, que circula, no mínimo, desde 2006, a autora é uma funcionária do BES que nunca existiu. Contactado pelo CM, fonte do banco diz "desconhecer a origem e autoria da mensagem", garantindo terem sido "tomadas todas as medidas para evitar a sua difusão".
Apesar dos sucessivos alertas, os utilizadores de Internet continuam com comportamentos de risco. "É a mesma coisa que ir na rua e um desconhecido pedir-lhe a morada de dez amigos e você dar", comparou Paulo Veríssimo, chamando a atenção para mails de origem desconhecida: "Na dúvida, não responda, não clique e não reenvie."

PORMENORES
PEDIDOS DE AJUDA
Muitos pedidos são fraudulentos e apelam ao sentimento.
Não dê dinheiro sem certificar-se de que a origem é fidedigna.
CONTACTOS
Não divulgue os seus contactos telefónicos ou moradas na Internet.

Lista de e-mails vale milhões de euros - Portugal - Correio da Manhã

quarta-feira, 5 de maio de 2010

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EM PORTUGAL ATÉ A SOLIDARIEDADE DOS PORTUGUESES

SERVE PARA FAZER NEGOCIATAS...

A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.

Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA.
São 0,72 € no total. O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €.

Assim oferecemos 0,50 € a quem carece, mas cobram-nos 0,72 € , mais 0,22 € ou seja 30 %. Quem fica com esta diferença?

1º - a PT com 0,10 € (17 %) isto é a diferença dos 60 para os 50.
2º - o Estado 0,12 € (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.

Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.

A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros. Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000 € para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000 € para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20 % num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!

ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA!!!
ISTO É UM ASQUEROSO ESBULHO À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE
DO POVO PORTUGUÊS!!!

Já agora, vale a pena pensar nas recolhas de alimentos para o Banco Alimentar Contra a Fome feitas nos hipermercados. É uma bela forma de os supermercados venderem mais... e nem em cêntimo dão às instituições que lhes aumentaram as vendas...
Tudo é pago, contemplando o lucro dos ditos e, claro está, os impostos ao consumo...

E o notável negócio das empresas da SONAE com o arredondamento para cima das facturas?

É UMA PIPA DE MASSA QUE ENTRA NOS COFRES DA SONAE!!! QUANTO RENDE? QUEM CONTROLA?
E O BELMIRO, DEPOIS (SABE-SE LÁ QUANDO), AINDA FAZ UM NÚMERO MEDIÁTICO A ENTREGAR PARTE DO QUE OS PORTUGUESES, DE BOA FÉ, ARREDONDARAM... (pagaram impostos e rechearam a tesouraria das empresas)... E, EIS A CEREJA EM CIMA DO BOLO: AINDA SE DESCONTA NOS IMPOSTOS DAS VÁRIAS EMPRESAS DA SONAE... POIS CONTABILISTICAMENTE O DINHEIRO GERADO COM OS ARREDONDAMENTOS
DOS CLIENTES É ENTREGUE COMO DONATIVO...

E O POVO PAGA!

MISERAVELMENTE ESTA GENTE (?)ATÉ DA SOLIDARIEDADE FAZ NEGÓCIO!!!
TUDO LHES SERVE PARA ASSEGURAREM OS SEUS MULTIMILIONÁRIOS ORDENADOS E PRÉMIOS!!!

NÃO COLABORE NESTAS CAMPANHAS, CASO NÃO SEJA ESCLARECIDO CABALMENTE QUE OS "DONATIVOS" ESTÃO ISENTOS DE IMPOSTOS E DE TAXAS OU COMISSÕES, BEM COMO NÃO CONTRIBUEM (SEM RETORNO SOLIDÁRIO) PARA O AUMENTO DOS NEGÓCIOS DOS GANANCIOSOS GESTORES...

NÃO SEJA TÓTÓ!!! E DENUNCIE!


Este país não é para corruptos


Em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper.
Não é corrupto quem quer

3:41 Quinta-feira, 29 de Abr de 2010

Portugal é um país em salmoura. Ora aqui está um lindo decassílabo que só por distracção dos nossos poetas não integra um soneto que cante o nosso país como ele merece. "Vós sois o sal da terra", disse Jesus dos pregadores. Na altura de Cristo não era ainda conhecido o efeito do sal na hipertensão, e portanto foi com o sal que o Messias comparou os pregadores quando quis dizer que eles impediam a corrupção. Se há 2 mil anos os médicos soubessem o que sabem hoje, talvez Jesus tivesse dito que os pregadores eram a arca frigorífica da terra, ou a pasteurização da terra. Mas, por muito que hoje lamentemos que a palavra "pasteurização" não conste do Novo Testamento, a referência ao sal como obstáculo à corrupção é, para os portugueses do ano 2010, muito mais feliz. E isto porque, como já deixei dito atrás com alguma elevação estilística, Portugal é um país em salmoura: aqui não entra a corrupção - e a verdade é que andamos todos hipertensos.

Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto - é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.

O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."

http://aeiou.visao.pt/este-pais-nao-e-para-corruptos=f556937

terça-feira, 4 de maio de 2010

"Mau grado o voto de pobreza a que a Ordem Franciscana obriga, Frei Vítor Melícias, recebe uma modesta reforma de € 7450!!!!!
Será que a entrega direitinha à Ordem Franciscana e a distribui pelos mais necessitados????
De certeza que sim...!!...


Padre Melícias com pensão de 7450 euros

O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de, e só, 104 301 euros.

Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.

Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos.

A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, 'de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral'.

Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. 'Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico', diz o sacerdote.

Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral', no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos."