quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Tentar explicar o que são e como são praticadas as chamadas "técnicas de manipulação mental" numa sociedade quase totalmente controlada e manipulada como a nossa, não é tarefa fácil.
Felizmente, o livro escrito pelo advogado e psicólogo Marco Della Luna, juntamente com o neurologista Paulo Cioni vem em nosso auxílio.
Afirmar que a nossa sociedade - como estruturada - é uma verdadeira gaiola mental, imediatamente agita os paladinos e os defensores dos direitos civis, que apresentam palavras como "liberdade" e "democracia", procurem imediatamente acalmar todos e, em particular, as consciências deles.Talvez não entendem.
Talvez fingem de não entender que belas palavras como "liberdade" e "democracia" não significam muito e são exploradas pelo establishment económico-financeiro, apenas para dar a ilusão de não estar numa gaiola.
"Ninguém é mais escravo de quem pensa ser livre sem sê-lo." Johann Wolfgang von Goethe
Dizer às pessoas que são prisioneiras dum sistema é perigoso e contraproducente, porque pode desencadear motins e rebeliões, enquanto convencer os prisioneiros de ser livres e numa democracia, eliminar todas as formas adversa e qualquer tentativa de fuga.
O título de um livro do jesuíta Anthony de Mello ["Mensagem para um águia que acha ser uma galinha", NDT] a este respeito é interessante, porque se uma águia, que poderia facilmente voar livre no céu, cresce com a convicção de ser uma galinha, permanecerá sempre dentro do galinheiro. Seria capaz de voar, mas esse potencial (castrado pela sociedade) permanecerá latente para o resto da sua vida ou pelo menos até o "despertar"
Tinha compreendido esta ideia Edward Bernays, técnico de Propaganda, que no seu ensaio Propaganda em 1929, explica como foi apenas o advento das formas democráticas de governo e da chamada liberdade do indivíduo, juntamente com a industrialização, a produzir a necessidade (por parte da política e da economia) de governar, isso é, manipular o pensamento e o comportamento das massas, como eleitores e como consumidores.
É por isso que hoje a manipulação mental tornou-se uma ciência e uma tecnologia, na qual se investe mais dinheiro do que em qualquer outro campo da psicologia. E não só, a manipulação é essencial na vida diária e na estrutura do mundo em que vivemos.
Em tal cenário, onde a liberdade e o conhecimento são cada vez mais ameaçados, é essencial conhecer as ferramentas do ataque. Só com o conhecimento podemos defender-nos.
A importância da informação está além de qualquer discussão. Informar, como o mesmo termo indica, vem de "em formar", ou seja, dar forma.Mas dar forma a quê, se não a consciência?
Sem surpresa, todas as grandes ditaduras começaram sempre com o controlo dos meios de comunicação (os media), para moldar as mentes e as consciências das pessoas.
Hoje a maioria da comunicação não pretende fornecer uma informação objectiva, mas a influênciar a psique, sobre os gostos, as decisões dos indivíduos, dos consumidores, dos investidores, dos eleitores, etc.
A totalidade das pessoas, educadas na passividade da televisão e na preguiça mental desde a infância, não desenvolve a capacidade de manter a atenção de forma autónoma, se não está envolvida emocionalmente. Os manipuladores sabem isso muito bem e para transmitir as informações (comerciais, políticas, económicas, etc.) mantêm viva a atenção das pessoas actuando directamente na emotividade. Isto é chamado de entretenimento.
O paradoxo é que são as mesmas pessoas que pedem para ser entretidas e informadas e obviamente, o sistema satisfaz o pedido: informa (à sua própria maneira) através do entretenimento.
A importância dos media, como já mencionado, é enorme. Para efeitos de governação, particularmente nas sociedades baseadas no consenso, é essencial limitar, mas também de controlar e orientar a informação, a construção da representação ilusória do mundo da qual depende a produção e a gestão de consenso.
A informação por estes motivos é muito controlada: poucas agência de notícias, rigorosamente de propriedade privada e bancária, fornecem informações para quase todos os media (jornais, telejornais, rádio e internet).

O relaxamento é a mais simples das condições mentais para aumentar a sugestibilidade.
Este estado pode ser induzido ao fazer que as pessoas se cansem fisicamente e mentalmente, ou com tarefas e discursos repetitivos ou com a distracção proporcionada pelos estímulos eróticos e/ou sexuais (bonitas mulheres semi-nuas que apresentam um programa ou vendem um produto, etc).
A música também desempenha um papel importante, porque pode ser muito doce para fazer sonhar ou pelo contrário, atordoar com o uso de ruídos ou sons violentos.
Se uma audiência relaxada (na frente da televisão) for alvo duma história com alguns conteúdos (a clássica história que vemos nos programas de entretenimento), obtemos a indução de um transe, em que é fácil fazer sugestões e em seguida, instalações mentais.
A distracção é sem dúvida, a estratégia príncipe implementada por meio da comunicação de massa.
Tecnicamente, ao distrair a atenção consciente (daí a acção do hemisfério cerebral dominante) duma pessoa empenhada em algumas actividades ou distraída com notícias e informações que são absolutamente inúteis, deixa o subconsciente (o hemisfério não-dominante) desprotegido, possibilitando a instalação de imagens fascinantes, notícias, histórias, etc.
Tudo o que é transmitido pelos media (televisão, jornais, rádio), sob o controle capilar que existe, é total distracção em massa.
As câmaras e os holofotes são centradas em questões totalmente "inúteis" para nós (a casa do partido no poder, os ciganos, os estupro, os crimes, os assassinatos em família, etc.), mas muito funcionais para o sistema, que desta forma não fornece as informações reais.
Enchem por assim dizer, a programação dos media para encher os nossos cérebros com o lixo, as fofocas, as bobagens e as outras amenas idiotices.
Quando o limite for atingido, já não há espaço para as coisas importantes.
Cada establishment serio tem o seu arsenal de meios de dominação, cujo objectivo final é conseguir compliance, isso é, respeito e obediência, conformação do povo.
Dominar os outros significa obter compliance, mais ou menos voluntária.
Claro, melhor se voluntária, obtida através da manipulação (ilusão, persuasão, intimidação ou condicionamento), ao invés de imposta pela força (ditaduras, golpes de Estado).
Atingir as crianças para forma-las e condiciona-las está na agenda de cada Estado, liberal ou totalitário e democrático.
Habituar as crianças, por meio da execução de ordens repetidas ao longo dos anos pelos professores, a seguir as ordens das autoridades; a gratificação sistemática, a ausência de regras e comparações com a realidade, acabam por formar criaturas incapazes de auto-disciplina, totalmente dependentes e incapazes de se organizar.
Essas crianças serão os adultos corruptos e dependentes do exterior e portanto, mais facilmente manipuláveis.
Nas escolas, por um lado o ensino das disciplinas fundamentais é projectado para impedir a formação duma própria visão geral (história e ciência são dois exemplos triviais), por outro lado a tentativa é que as novas gerações não possam ter dúvidas de que o sistema de poder é democrático e legítimo.
A este respeito, o linguista americano Noam Chomsky escreve:
A conformação e o ensino do povo nos Estados Unidos é o exemplo perfeito. O dia "estrelas e listras" começa com o hasteamento da bandeira, continua com a execução do hino nacional, as orações colectivas e as exaltações patrióticas.
Toda esta "democracia" e "liberdade" do povo tornam os EUA surpreendentemente, o País mais provocador de guerra do mundo!
É óbvio que a escola não pode ensinar a verdade porque a verdade faz os homens livres!
Não surpreende portanto, encontrar nos actuais livros escolásticos comentários sobre as propriedades extraordinárias dos alimentos geneticamente modificados (OGM), e como estes irão resolver a fome mundial. Este é a mais pérfida e destrutiva propaganda do regime: ao fazer crescer as crianças de hoje com tais falsidades (facilmente demonstráveis) será muito mais fácil influencia-las como adultos, e este é apenas um exemplo banal.
A nossa sociedade deve ser composta não de homens livres, mas duma massa de trabalhadores-consumidores-eleitores na base, e dum pequeno grupo ou camada superior de líderes, jovens empresários, políticos e banqueiros.
Só estes últimos são levados a um nível privilegiado de conhecimento que lhes permitam continuar a dirigir a sociedade e manter o poder estabelecido.
Para fazer lançar luz sobre a manipulação mental e como esta é aplicada, é necessário ter conhecimento das principais funções do nosso cérebro.
O cérebro é formado por dois hemisférios: direito e esquerdo.
Ambos processam e analisam os mesmos dados, a diferença é que o hemisfério esquerdo processa de forma linear ou sequencial, o direito processa os dados simultaneamente. Não só o direito fica calado (o centro da linguagem é para a esquerda) e deve contar com o hemisfério esquerdo para obter explicações racionadas, com vista às decisões a serem tomadas em função do material (imagens, sons, etc.) processado a cada momento; praticamente tudo tem de passar pela esquerda.
Crescemos com a convicção de terem nascido com um certo número de neurónios e que estes morrem lentamente sem voltar a nascer. As últimas descobertas da neurociência, pelo contrário, afirmam que os neurónios estão continuamente a formar novas sinapses, dissolvem as sinapses velhas e de forma modesta, no cérebro são formados novos neurónios, especialmente em certas partes do cérebro.Este facto importante significa que a aquisição de novos conhecimentos, habilidades, comportamentos (por exemplo, aprender um poema, tocar piano, etc.) é possível também pela formação de novos circuitos e com um verdadeiro desenvolvimento das relativas áreas do cérebro.
Assim, aprender coisas novas, não só treina o cérebro, mas também cria e desenvolve zonas cerebrais. Por outro lado, ignorar essas faculdades, é produzido o declínio.
O nosso cérebro é capaz de processar uma quantidade incrível de informação: mais de 400 biliões de bits por segundo, mas estamos conscientes de apenas 200 bits.
Na prática, estamos cientes de meio bilionésimo do que acontece e chega ao nosso cérebro!
Deste ponto de vista, podemos, com algum esforço e empenho, exercitar e cultivar a capacidade intrínseca de estar conscientes em todos os momentos da vida, ou com preguiça, deixar que o encéfalo fique atrofiado.
Toda a indústria do entretenimento e da diversão (discotecas, álcool, drogas, etc.) trabalham duro para tornar agradável esta lenta mas inexorável atrofia e por outro lado, a política da escola tende a torna-la legítima aos olhos dos mais jovens.
Tudo isso porque uma população de indivíduos hetero-dirigidos (atrofiados no cérebro e na consciência) é muito mais manejável do que uma população de pessoas auto-dirigidas.
Outra importante coisa necessária para entender o quadro geral é que a maioria das coisas que fazemos nas nossas vidas de manhã à noite, são realizadas inconscientemente. Ao faze-las, não só não estamos conscientes de ser conscientes, mas não estamos sequer cientes de faze-las.
Este processo incrível será esclarecido com o exemplo das compras nos supermercados.
Em resumo: o nosso inconsciente grava e elabora muitos mais dados dos pelos quais estamos cientes; o processo de elaboração verbal, de raciocínio, de coordenação motora, sensorial enquanto estamos a falar (ou escrever ou conduzir ou tocar piano ou jogar futebol) não só é totalmente ou quase totalmente subconsciente, mas também é imensamente mais rápido da consciência.
Se é verdade, como é verdade, que noventa por cento do que fazemos é tratado de modo inconsciente, pôr as "mãos" nesta parte escura da nossa mente significaria ter um enorme poder de controle ...
Outra estratégia intimamente ligada à questão do controle, é a enorme campanha mediática que infunde um sentimento de impotência. Uma verdadeira operação planeada que por um lado, está a habituar à sensação de sentir-se impotente, e do outro dessensibiliza a violência, desactivando qualquer reactividade emocional.
Como é que tudo isso é implementado?Com o bombardeio de imagens e notícias violentas (assassinatos, massacres, destruição, brutalidade), sem nenhuma intervenção e/ou mudança para acabar com isso.
Porquê?
Uma vez habituados a aceitar a ilegalidade, a deterioração, o roubo, o crime, a insegurança do território, os gangues, a imigração selvagem e assim por diante, vistas como coisas inevitáveis e sem solução, ao mesmo tempo não temos espaço para pensar e reflectir, pois somos alvos de intermináveis tarefas extenuantes: tributação, subsídios, impostos, taxas, imposto de selo, revisão da caldeira, do carro, etc. ao ponto que não é possível para nós entender o que realmente está a acontecer e em particular, não podemos organizar-nos em conformidade.
A sensação de impotência, por meio da comunicação de massa, está a afectar a sociedade ocidental de maneira capilar, as pessoas já estão completamente apáticas e sem vontade de mudar.
Porque devemos mudar nós mesmos e as nossas vidas se não vemos a luz? se as expectativas são totalmente pretas?
Isso no entanto, congela e paralisa as consciências de milhões de pessoas, totalmente à mercê do Sistema.
Já vimos anteriormente que a escola está estruturada para condicionar, socialmente e culturalmente as crianças.
Temos de perceber que já na primeira infância são criadas falsas crenças acerca da realidade, os aspectos que mais nos afectam (relações com os Pais, as figuras de poder das quais dependemos).
Do ponto de vista psicológico, estes são sistemas falsos, censurados, distorcidos, não conformes com a própria realidade, com o fim adaptativo de evitar o sofrimento e conflitos com certos aspectos da realidade, fazendo-nos viver numa realidade subjectiva alterada, tornada compatível com as necessidades e as defesas da nossa psique e com a exigência de manter o acordo com as pessoas das quais dependemos.
Algumas práticas de manipulação, envolvem (se bem projectadas, é claro) estes mecanismos, as distorções e remoções que são os seus produtos e, especialmente, os campos do medo, da agressividade e do sexo.
Os manipuladores (que podem ser religiões, seitas, marketing e política) constroem com isso o adepto, o cidadão, o consumidor, o trabalhador.
Após as figuras do poder dos pais, sucedem ou são associadas as políticas, governamentais, judiciais, mas também os "testemunhos" da publicidade!
A publicidade comercial nasce nos Estados Unidos na década de 20 para produzir, dirigir e apoiar a procura de bens e serviços produzidos em massa pelas fábricas.
Em seguida, desde os meados da década de 50, a produção de bens excede em muito a procura, pelo que a publicidade começou a induzir as pessoas a massificar o consumo, criando verdadeiras necessidades.
Tudo isso para vender produtos.
Mais tarde, chegou a altura em que a produção excede o poder de compra, o rendimento. Esta situação é extremamente grave, do ponto de vista social e económico, porque os investimentos feitos para a produção estão em risco, porque a produção não vai ser comprada.
Daí o risco dum colapso sistémico e, portanto, o nascimento das formas para expandir o poder de compra, ampliando o acesso aos cartões de débito e crédito!
Nos anos 90, a comercialização torna-se "one-to-one": a personalização dos produtos e dos serviços, permitido pela tecnologia electrónica, consente de "seguir" cada cliente de forma que os estímulos sejam pessoais e direccionados.
Estamos a falar de publicidade personalizada, bem representada no filme de ficção científica "Minority Report".
O marketing publicitário, seja dum medicamento ou dum alimento, é sem dúvida o mais implacável e certamente mais científico sistema de condicionamento mental.
O objetivo é convencer-nos a comprar um produto.
Para a análise das reações e o estudo da psique, além dos testes verbais, o marketing de hoje tem um rico arsenal de ferramentas biofísicas (frequência e amplitude das ondas corticais, frequência cardíaca e respiratória, o consumo de oxigênio, a resistência da pele, tônus muscular, vasoconstrição periférica, etc.) capaz de medir o nível de excitação e atenção do sujeito.
A neurociência, neste contexto que podemos chamar neuromarketing, descreveu que a área do cérebro importante para a decisão (de comprar) é o córtex pré-frontal mediano.
É comum pensar aos anúncios da televisão ou dos jornais, como um clássico anúncio duma empresa.
Nada de mais errado.
Cada palavra, cor, carácter, frase, imagem, logótipo, pessoa usada, aos nossos olhos destreinados pode parecer acidental, mas não aos neurocientistas.
Esses especialistas (psicólogos, psiquiatras, sociólogos, neuro-psiquiatras, etc.), muito bem pagos, não apenas criam publicidade, mas verdadeiros condicionamentos capazes de produzir determinadas associações ou humores no espírito dos destinatários, ou seja, nós consumidores.
Frequentemente nas imagens publicitárias ou de propaganda são colocados "embeds", isso é, palavras ou imagens evocativas ocultas, não óbvias, não captados pela mente consciente, mas considerados captáveis pelo inconsciente.
Muitas vezes, essas palavras ou imagens escondidas, são estímulos sexuais: palavras como "sexo", "sex" ou imagens de órgãos sexuais, mulheres nuas, orgias associada ao produto anunciado.
Por um lado, para facilitar as decisões de compra e por outro, para desviar e portanto melhor controlar as massas. Interferir na sexualidade das pessoas (como em muitas religiões) é uma maneira segura e eficaz de agir sobre as camadas profundas da psique!
Se isso parece impossível, as palavras do Dr. Lechner sobre o que fazem alguns psicólogos e psiquiatras no contexto do alcoolismo, podem parecer ficção científica.
Sob o pretexto de ajudá-los a libertar-se da dependência do álcool, colectam informações acerca de pesadelos e alucinações que os pacientes experimentam, em particular quando param de tomar álcool, e as usam para planear a publicidade do álcool, com o pressuposto criminoso de evocar através das imagens angustiantes a necessidade de ingerir álcool!
Outra técnica "doce" de conquista sedutora consiste em induzir a crença de que a nossa liberdade está em perigo e que devemos tomar decisões rápidas.
"Estás satisfeito? Passa a Quattro Salti", diz a pubicidade televisiva.
Traduzido: "Concordas com a limitação às tuas aspirações de comer bem? És um idiota a fazer isso, porque podes satisfazer-las, livre dos limites, ao passar para Quattro Salti!".
A publicidade certamente não quer aumentar a nossa liberdade, mas restringi-la, levando a comprar um produto. Fazer pensar ao sujeito que a decisão deve ser dele e só dele, é um truque eficaz para predispor a decidir como desejamos que decida, no entanto deixando a ilusão da liberdade.
A vertente central da psicologia do marketing são os factores decisório: Motivational Research, pesquisas motivacionais.
A neurociência sabe que os homens não estão conscientes do porque eles fazem muito do que fazem. É por isso que as pessoas, achando o contrário, respondem ao estímulo condicionado do símbolo e não à qualidade real.
A publicidade, a técnica motivacional enfoca a manipulação dos símbolos.
Os consumidores são conquistados por sugestões sem lógica, não pela qualidade ou eficácia do produto, e essa é a lógica de marcas (produtos, muitas vezes medíocre, mas vendidos a preços elevados, por força duma marca-símbolo, exclusiva e só por alguns).
O sentimento de culpa relacionado com o prazer do consumo, como o tabaco, o álcool, os doces, dificulta o consumo e deve ser combatido, por exemplo, associando-o com valores positivos (como o médico que fuma, os nomes de álcool de protesto político "Fidel", "Cuba Libre", "calor da família" para a doçaria, etc ..)Comparado ao produto artesanal, o bem da produção em massa é espectacularizado transforma-lo num símbolo.
Os supermercados, não surpreendentemente, são os lugares de concentração dum enorme poder de aprovação simbólica, isso é, um enorme poder de condicionamento da mente.
Dois terços das compras feitas em supermercados são desnecessárias e determinadas no local, sob a influência de estímulos locais, num estado psico-fisiológico alterado.
Foi estabelecido por uma pesquisa da DuPont Corporation, em 1954.
De facto, uma pessoa no supermercado é muito indefesa no que diz respeito à manipulação e às mentiras, e fica numa espécie de armadilha psicológica, que pode ser melhorada adicionando música e estímulos olfativos.
Entre todas as categorias de consumidores, as mais vulneráveis são as crianças, nas quais é fácil "instalar" necessidades, afiliações e hábitos.
Além disso, as crianças são muito mais ansiosas para coisas novas e menos capazes de resistir aos impulsos. São o elo mais fraco da família e o marketing aposta neles para incentivar os pais a desembolsar o dinheiro.
Com as crianças é mais fácil provocar ondas da moda que levam ao consumo de produtos relacionados e com funções diferentes.
A publicidade mira a mudança da paisagem cognitiva, a visão de mundo, dos valores, dos riscos e de vida, basicamente a publicidade é a fábrica da criação das necessidades imaginárias e de modas!
São mensagens que actuam abaixo do limiar da consciência, por isso são perceptíveis.
A visão humana só pode perceber a imagem dum filme se esta estiver presente em pelo menos 12 fotogramas. A Coca-Cola foi a primeira a inserir sequências de fotogramas mais curtas, com conteúdo da propaganda nalguns filmes.
Resultado: os espectadores expostos a esse tipo de publicidade consumiam 39% a mais de Coca-Cola.
Em 1978, em vários supermercados americanos, eram difundidos através dos altifalantes e com nível sonoro aparentemente inaudível, mensagens que convidavam a não roubar. Resultado: os roubos diminuíram 36%.
O presidente Gianni Agnelli, numa carta aos accionistas da Fiat, falava sobre mensagens subliminares com os quais "sonorizar" e odores estranhos com os quais "aromatizar" os estabelecimentos para aumentar a produtividade e "melhorar" a relação entre empresa e trabalhadores .Também a frequência específica tem importância. Foi descoberto que as palavras de alguns pregadores da televisão estão acoplados a uma frequência de 7 Hz.
A frequência do "vibrado" parece ter um efeito sugestivo e alterante do nível de consciência e da capacidade crítica. Outra frequência crítica está perto dos 3,5 Hz, isto é, a frequência de ressonância do crânio humano.
Na década de 70 foi descoberto que a música pode induzir a secreção de substâncias opióides (encefalinas, beta-endorfina, etc.) que têm um significativo efeito sobre a psique, eufórico e anestésico. Assim, a música pode induzir falta de concentração e de consciência.
Também a televisão estimula a secreção das mesmas substâncias.
Uma iniciativa pouco aceitável como uma guerra, uma lei, uma tributação, etc. pode ser tornada menos pesada com uma denominação falsa mas semanticamente "boa", aceitável (luta contra o terrorismo, a democratização, libertação, segurança colectiva, a reestruturação, guerra humanitária, mísseis inteligentes, etc.) e repetida de forma persistente e continuada.
A repetição duma mensagem ou duma publicidade, se fôr repetida, se acontecer várias vezes ao dia, pode fazer absorver o conteúdo, as implicações da mensagem como se fossem factos comprovados, mesmo que seja verdade o contrário ("as armas de destruição maciça de Saddam, "as torres gémeas e Bin Laden", etc ..)

Da mesma forma, ao aplicar denominações odiosas, repulsivas (anti-semita, negador do Holocausto, revisionista, anti-sionista, terrorista, etc.) podemos obter o efeito oposto, de modo a atingir, deslegitimar, criminalizar acções, pessoas, ideias.
O princípio é sempre o mesmo: os input tendem a criar esquemas inconscientes nas pessoas.
Isso explica porque as crianças são criadas e educadas desta maneira.
Através da repetição sistemática e obsessiva das sugestões específicas, das actividades, das experiências; uma forma precisa de conceber a realidade, a nação, a história, a identidade, etc,
Crescer e repetir ou ouvir repetir dezenas de milhares de vezes estas mensagens, certamente afecta o nível emocional, de identidade e de cognição na construção do que depois será percebido como "real", "provado".
Pensamos na nossa sociedade, onde cada canal tem a sua série popular, apenas para fazer um exemplo, onde a polícia e a magistratura desenvolvem uma acção eficiente, incorruptível, no interesse dos cidadãos, enquanto a realidade apresenta uma criminalidade cada vez mais fora de controle e instituições cada vez menos eficientes.
Propaganda no seu melhor.
Consiste em impôr, por vários meios (ensino, televisão, etc.) de não utilizar frases ou conceitos, e de usar outras em substituição, geralmente mais vagas, imprecisas.
"Cego", "preto", "inválido", "varredor de rua" ou "homem do lixo" não soam bem, muito melhor "invisual", "negro", "diversamente hábil" ou "operador ecológico".
Mas para quê tudo isso?
A inibição da utilização linguística e conceitual, a formulação de certas dúvidas (Shoah, responsáveis pelo 11 de Setembro, etc.) é adequada para implementar nos jovens um sentido de proibição, de culpa em relação ao pensar em certas coisas, portanto educa a uma auto-limitação do pensamento.
Finalmente, um empobrecimento expressivo implica um empobrecimento conceitual!
Quem quiser manipular uma pessoa, para induzi-la a comprar algo ou para dobrar a sua resistência a qualquer acção de persuasão, precisa de entregar muitos e novos estímulos para que a córtex pré-frontal trabalhe e fique cansado.
Depois tem de submerge-lo com dados, dogmas, slogans, etc. (como funciona a televisão) para que fique ainda mais exausto; e desta forma, o córtex pré-frontal deixa as rédeas do cérebro aos circuitos do cérebro límbico, mais primitivo e emocional, portanto, mais impressionável e vulnerável.O córtex pré-frontal é afectado por produtos químicos tóxicos que podem danifica-lo, tais como drogas, álcool, toxinas de alimentos, mas também por fortes emoções, privação do sono, stress cronico; e uma dieta rica em gordura animal pode tornar as pessoas mais vulneráveis perante manipulações externas.
Ironicamente, dar às pessoas a liberdade de levar uma vida desregulamentada, não natural, torna mais fácil cancelar a liberdade mais profundamente do que seria possível sem aquela permissão.
A assim chamada "doutrina de choque e pavor" passou a ser aplicada numa escala global.
Ao colocar as pessoas e populações inteiras em estado de choque, é possível produzir o seu consentimento para uma mudança, alterar leis, restringir liberdades, etc.
O exemplo das Torres Gémeas, das leis repressivas e das guerras que ocorreram depois deste acontecimento é espectacularmente evidente.
Exploram o elemento surpresa e de terror como um enorme factor de distracção e paralisia de massa, inibidor das possíveis reacções e resistências.
O choque é muito genérico e pode ser produzido a partir de catástrofes naturais (epidemias, terramotos, pandemias, etc.), factos económicos (recessões, crises, crash da bolsa, falências, etc.) e políticos (guerras, golpes de Estado, etc.).
Um exemplo são os dias de "matrícula alternadas" para o mero propósito de economizar energia.

A ordem gera nas pessoas alarme e a preocupação de não poder usar o próprio carro, de perder este importante recurso, e cria um forte desejo de aceitar fortes e injustificados aumentos do preço do combustível, apenas para mantê-la!
Outro exemplo da doutrina do "choque e pavor" podem ser apagões que afectaram o País há alguns anos atrás, e cujas soluções seriam as centrais nucleares.
Esse caso também se enquadra no chamado modo de estratégia "problema-reacção-solução".
Tendo em mão a solução (as centrais nucleares), é criado o problema (o black-out) e aguarda-se a reacção (quase sempre emocional) das massas, que aceitam de bom grado qualquer proposta de solução para evitar o inconveniente.
O debunking, ou descrédito, é uma forma de manipulação que consiste no refutar, no desmontar, teorias e informações que vão contra o pensamento oficial dominante. Ou desacreditar quem fala dessas teorias e informações.
O debunker (a pessoa que prática debunking) ataca a contra-informação com mensagens simples, discursos, principalmente a um nível emocional, com "golpes" dirigidos para o inconsciente, ao invés da lógica.Estes ataques não têm como alvo o conteúdo, as ideias, mas o objectivo é desacreditar a fonte e o autor no plano moral, muitas vezes associado-o a filiações fortemente negativas como os terroristas, nazistas, fascistas, comunistas, anti-semitas, anti-sionista, etc.
A aproximação extrema do debunking é trazer o desmascaramento dos "desmascaradores" até as extremas consequências, ou seja, trazer a opinião pública até a conclusão de que tudo está podre, tudo é uma mentira, todos são ladrões, todos enganam.
Portanto, a verdade nunca poderá ser conhecida, e por isso é moralmente justificado deixar de preocupar-se de tudo e de todos.
É alcançado o egoísmo mais radical e desumanizante.
A frustração gera tensão e agressividade, e a agressividade pode ser descarregada contra a mesma pessoa que é frustrada ou contra uma pessoa ou objecto externo.
Quando esse tipo de frustração é generalizada em toda a população, o momento é propício para fundar um movimento e/ou organizar um ataque contra o inimigo.
No nosso mundo atormentado pela insegurança e frustração (criadas especificamente) é preciso um inimigo, um culpado, um bode expiatório (os terroristas, os ciganos, os imigrantes, etc).
Na nossa sociedade a difusão das substâncias psicotrópicas é enorme. Uma percentagem muito elevada de pessoas está a usar de forma regular e tem desenvolvido formas de dependências das drogas, álcool ou psicofármacos.
Dezenas de milhões de menores são literalmente drogados com fármacos psicotrópicos.
Os efeitos destas substâncias psicoactivas convergem para diminuir a liberdade de opinião, a resistência e de acção das pessoas e claro, aumentam a sugestionabilidade.Na prática, a pessoa dependente do álcool ou das drogas ou dos psicotrópicos ou barbitúricos é muito mais maleável e controlável pelo sistema, o mesmo que vende estas substâncias. Aqueles que se ajudam e se acostumam à ajuda química, perdem a capacidade de autodeterminação.
Uma sociedade assim, não é uma sociedade livre.
Os medicamentos psicoactivos são difundidos com a complacência dos psiquiatras, das empresas farmacêuticas; o imenso mercado das drogas e do álcool é dirigido pela grande finança internacional e o fluxo dos "narco-dólares" em 60% tem lugar nos Estados Unidos, e tem fortes ligações com o tráfico de armas.
Ainda hoje o entretenimento cinematográfico tem importância em influenciar as massas?
A resposta é positiva.
Os filmes de propaganda no passado foram capazes de produzir verdadeiras obras-primas ("O Grande Ditador", "O Triunfo da Vontade", para citar alguns), mas também hoje o poder desta arma não está gasto: Hollywood docet.
O cinema tem uma função de vanguarda para transmitir um certo tipo de mensagem, e depois testa-lo e, uma vez passado, transferi-lo para o pequeno ecrã: a televisão!
Na prática, o filme prepara o terreno, preparar o corpo inteiro para o vírus, que depois serão injectados nos media de massa, como jornais, rádio e especialmente a televisão.
Sem que seja fácil perceber isso, o grande ecrã deixa filtrar nas dobras do guião e da realização a maneira de pensar de amanhã, e o seu grande poder de penetração fica no silêncio e na atenção.
Enquanto a televisão ajuda a falta de pensamento (também muito útil em alguns aspectos), na sala do cinema reina o silencio total e cada um fica sozinho, com a máxima atenção.
Técnicas de Manipulação Mental é baseado no livro Neuroschiavi: manuale scientifico di autodifesa, di Marco Della Luna e Paolo Cioni.
Fonte: Disinformazione
Tradução e adaptação: Informação Incorrecta
Baseado no livro: “Neuroschiavi: manuale scientifico di autodifesa” de Marco Della Luna e Paolo Cioni, Edições Macro (ISBN-10: 8862290276; ISBN-13: 9788862290272).
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Police routinely invoke anti-terror legislation to prevent photographers from carrying out their work, and photojournalists are constantly filmed at public gatherings and their details kept on an ever-growing database. Tourists, particularly foreign tourists, are also targeted by police, as was the case with an Austrian father and son recently who made the mistake of photographing a building of an extremely sensitive nature—Walthamstow bus station. Put simply, Britain has become a no-photo zone, and so if you fail to comply, you may find yourself liable to attack, arrest or harassment. Recognising that Britain is not the only country where such a draconian anti-photographer culture is developing, the British Journal of Photography is beginning an international visual campaign to raise awareness."










Contribute to this visual campaign with your own auto-portrait

For full details about this campaign, read this article.
Download the not-a-crime banner and add it to your website!

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

NOVOPRESS 13/09/2009
Todos parte da camarilha….
Assistir ao duríssimo questionamento da comissão de inquérito senatorial nos Estados Unidos para a nomeação da juíza Sónia Sottomayor para o Supremo Tribunal é ver um magnífico exercício de cidadania avançada. Não temos em Portugal nada que se lhe compare. Se os nossos parlamentares tivessem a independência dos congressistas americanos, Cavaco Silva nunca teria sido presidente, Sócrates primeiro-ministro, Dias Loureiro Conselheiro de Estado, Lopes da Mota representante de Portugal ou Alberto Costa ministro da Justiça. O impiedoso exame de comportamentos, curricula e carácter teria posto um fim às respectivas carreiras públicas antes delas poderem causar danos.
Se a Assembleia da República tivesse a força política do Senado, os negócios do cidadão Aníbal Cavaco Silva e família, com as acções do grupo do BPN, por legais que fossem, levantariam questões éticas que impediriam o exercício de um cargo público. Se o Parlamento em Portugal tivesse a vitalidade democrática da Câmara dos Representantes, o acidentado percurso universitário de José Sócrates teria feito abortar a carreira política. Não por insuficiência de qualificação académica, que essa é irrelevante, mas pelo facilitismo de actuação, esse sim, definidor de carácter.
Do mesmo modo, uma Comissão de Negócios Estrangeiros no Senado nunca aprovaria Lopes da Mota para um cargo em que representasse todo o país num órgão estrangeiro, por causa das reservas que se levantaram com o seu comportamento em Felgueiras, que denotou a falta de entendimento do procurador do que é político e do que é justiça. Também por isto, numa audição da Comissão Judicial do Senado, Alberto Costa, com os seus antecedentes em Macau no caso Emaudio, nunca teria conseguido ser ministro da Justiça, por pura e simplesmente não inspirar confiança ao Estado.
Assim, se houvesse um Congresso como nos Estados Unidos, com o seu papel fiscalizador da vida pública, por muito forte que fosse a cumplicidade dos afectos entre Dias Loureiro e Cavaco Silva, o executivo da Sociedade Lusa de Negócios nunca teria sido conselheiro presidencial, porque o presidente teria tido medo das cargas que uma tal nomeação inevitavelmente acarretaria num sistema político mais transparente. Mas nem Cavaco teve medo, nem Sócrates se inibiu de ir buscar diplomas a uma universidade que, se não tivesse sido fechada, provavelmente já lhe teria dado um doutoramento, nem Dias Loureiro contou tudo o que sabia aos parlamentares, nem Lopes da Mota achou mal tentar forçar o sistema judicial a proteger o camarada primeiro-ministro, nem Alberto Costa se sentiu impedido de ser o administrador da justiça nacional em nome do Estado lá porque tinha sido considerado culpado de pressionar um juiz em Macau num caso de promiscuidade política e financeira. Nenhum destes actores do nosso quotidiano tinha passado nas audições para o casting de papéis relevantes na vida pública nos Estados Unidos. Aqui nem se franziram sobrolhos nem houve interrogações. Não houve ninguém para fazer perguntas a tempo e, pior ainda, não houve sequer medo ou pudor que elas pudessem ser feitas. É que essa cidadania avançada que regula a democracia americana ainda não chegou cá.
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa, na sua enorme limousine, quando viu dois homens à beira da estrada comendo relva. Ordenou ao seu motorista que parasse e saindo, perguntou a um deles:
- Porque é que estão a comer relva?
- Não temos dinheiro para comida... - disse o pobre homem - por isso temos que comer relva.
- Bem, então venham a minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo, estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.
E voltando-se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas... senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!
- Pois que venham também. - respondeu o banqueiro.
E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: - O senhor é muito bom. Obrigado por nos levar a todos!
O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo!
Vocês vão ficar encantados com a minha casa...
A relva está com mais de 20 centímetros de altura!
Alerta'tótó
Quando achar que um banqueiro (ou banco) o está a ajudar, não se iluda,
pense mais um pouco...

"O que está em questão é mais do que um pequeno país [Kuwait], é uma grande ideia - uma nova ordem mundial, onde diversas nações se unem na causa comum de atingir as aspirações universais da humanidade: paz e segurança, liberdade, e a autoridade da lei. Assim seria um mundo digno de nossa luta, e digno do futuro de nossas crianças."
Presidente George Bush em seu discurso do estado da união, 16 de janeiro de 1991.

Factura da EDP
Já toda a gente reparou na factura da EDP que recebe em Casa da cobrança de 3.42 Euros respeitante à Contribuição Audiovisual
E perguntamos nós portuguesinhos;
cobra uma taxa que nem sequer lhe diz respeito?
As estações já pagam os devidos direitos de autor(a maior parte já é do dominio público) e a maior parte do tempo é publicidade
particularmente, nem sequer ouço rádio (que me aborrece profundamente) e raramente vejo televisão
E para onde vai esse dinheiro???
Porque é que as escadas de condomínios também pagam OS tais euros para OS tais audiovisuais.
— Temos televisão quando subimos as escada de Casa?
E porque é que a casota de campo para apoio agrícola, também paga a mesmissima Taxa?
e as explorações agropecuárias... é que os animaizinhos parece que produzem melhor leite, ovos, carne... se calhar até se justifica !?
Vamos lá ver:
1 milhão de facturas dá mais de 3 milhões de Euros...
E se me disserem que é para a RTP eu exijo a devolução do dinheiro.
Afinal pago a TVCabo para ter TV, outros pagam a TVTel, outros a Cabovisão, etc.
desde os milionários salários e prémios dos gestores
até as incompetências dos nossos "desgovernantes".
ouvi dizer que
ISTO JÁ EXISTE HÁ MUITO TEMPO, BASTA PREENCHER O DITO DOCUMENTO, N.º DO CONTRIBUINTE E B.I., E JÁ ESTÁ!
NO MÊS SEGUINTE JÁ NÃO VEM A TAL CONTRIBUIÇÃO AUDIOVISUAL PARA PAGAR
andamos a ser comidos por parvos e ninguém faz nada...
Reencaminhem por favor
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Revela a história não autorizada da maior empresa de refrigerantes.
É um relato completo da História de desonestidade, abuso de poder económico e político, trato desumano de trabalhadores e outros aspectos que caracterizam a marca de refrigerantes
COCA-COLA.
Conta ainda sobre as actividades ilícitas de importação de folha de coca para fabricação do produto e as íntimas relações de poder entre o famoso ex-presidente da empresa, Robert Woodruff, e as principais autoridades políticas dos Estados Unidos - incluindo o presidente.
O autor, Mark Pendergrast, tem uma relação íntima com a empresa: os seus pais eram funcionários da multinacional em Atlanta e o próprio Mark morava num bairro chamado "Beco da Coca-Cola".
Ficheiro compactado rar, 6mb, LINK AQUI ou AQUI
Precisa de ajuda sobre o download? clique aqui.
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Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada tranquilamente uma pequena rã. Após algum tempo, é aceso um pequeno fogo debaixo da panela e a água começa a aquecer muito lentamente, pouco a pouco água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, contínua a nadar, a temperatura da água contínua a subir... agora água está mais quente do que a rã gostaria, sente-se um pouco cansada, mas, não obstante, isso não a amedronta… mas agora água está realmente quente e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada. Então aguenta e não faz nada... A temperatura contínua a subir, até que a rã acaba, simplesmente, morta e cozida.
Olivier Clerc
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.
Perguntar às pessoas porque elas não agem ou dizem ou fazem o que realmente acreditam ser o correcto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver.
Essa é a idéia: se você pode inflacionar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, a moradia e o vestuário, então pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos precisa ganhar, mais escolhas tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais precisa, menos escolhas tem.
Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O facto de que nós como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental colectiva que se tem espalhado neste planeta.

Os bancos controlados pela Elite emprestam legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer funcionar essa fraude, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com “dinheiro” teórico: cheques e cartões de crédito (valores de mercado). Se toda gente fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente.
A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, com efeito… Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, a sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos € 10.000 num computador. Se o banco lhe estivesse a emprestar o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em € 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de € 10,000?
O seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras num ecrã de computador! E a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registado nas contas do banco como um “activo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo.
A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os activos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a actividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas e freqüentemente são empurradas à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras num ecrã de computador e cobrar juros por elas.
Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro”, quando na realidade, eles não são nada além de dados num programa de computação sem nada para justificar esses dados.
Por mais estarrecedor que seja, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação – não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida.
Ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto.
Um “boom” econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos “bons tempos” da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos “líderes” políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema.
Por causa desse passe de mágia, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca e a necessidade de pagar juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares.
Olhe para o que acontece somente numa transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou factura, um IOU em outras palavras, e entrega-a à Reserva Federal, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “activo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes!
Todo o mundo envolvido num processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc… Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram “emprestado”. Até que compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver numa porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que pagamos numa hipoteca é apenas para pagar os juros. Se tiver um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional de Westminster da Inglaterra, pagará de volta £152.000. Comprará três casas para viver numa. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: “Banco Nacional de Westminster – nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer.
Por toda parte as pessoas fazem coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deve-se predominantemente a um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso!
É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar.
Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, as nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Tá a ouvir?
O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra o sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global.
Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados os nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado.
O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje.
Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo.
O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos?
Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que.
Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados.
Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?”
Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista,
ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento”.Por exemplo: quem beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma?
Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.
David Icke

«Tecnicas de persuasão e lavagem cerebral»
actualmente sendo utilizadas no povo.
Ficheiro word, 68 kb, 12 páginas.
Fala de experiências científicas de lavagem cerebral, pregadores revivalistas que falam para o público, anuncios de tv, técnica de voz ritmada ( parece o nosso ministro sócrates a falar), técnica de confusão programada, crenças e movimentos de massas, e mais..
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Créditos : imperio oculto : Blog Sombra da Internet
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
É bom reforçarmos o facto de sermos controlados por uma "elite" corrupta! Uma elite que trama os mais absurdos planos que vão desde a implantação de simbologias e numerologias até a despopulação global.
Ps: A legenda está um pouco errada.
* JUNTOS CONSEGUIMOS!!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Animação de Justin Mueller. A solução está em nossas mãos.
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Psiphon
The NSA-Crypto AG sting
NSA, Crypto AG, and the Iran-Iraq conflict
China accused as space shuttle spy is arrested in FBI swoops
How the spooks took over the news
US denies spying allegations in Bolivia
MI5 swept Buckingham Palace for bugs--inquest
Former MI6 head to perjure himself at Diana inquest
Repairs complete on 2 cut underseas Internet cables
Leaky secrets at Los Alamos National Laboratory
ISPs demand record biz pay for P2P lawsuits
DARPA continues military AI air traffic project
Use an iPhone on the phone network of your choice
Teen hacker reunlocks Apple's iPhone
terça-feira, 6 de julho de 2010
A Verdadeira História do Clube Bilderberg – Daniel EstulinTítulo original: The True Story of The Bilderberg Group
Tradução: Susana Serrão - Pp.: 368
Colecção: Biblioteca das Ideias
ISBN: 978-972-1-05966-5
Data de Edição: Dezembro 2008
Durante os últimos cinqüenta anos, um grupo selecto de políticos, empresários, banqueiros e poderosos em geral tem se reunido secretamente para tomar as grandes decisões que movem o mundo. Se você quer saber quem aciona os controles por detrás da fachada das organizações internacionais conhecidas, não tenha dúvidas: leia este livro. Após treze anos de investigação, o autor conseguiu compor uma lista de participantes do lobby formado pelos homens mais ricos, poderosos e influentes do Ocidente, que se reúnem secretamente todo ano para lançar as estratégias de dominação no mundo. Ganhador do prêmio The Kingston Eye Opener de melhor livro estrangeiro de não ficção.
Pdf ebook com 1,32 mb, 191 páginas expondo toda a verdade sobre os famosos bancários e empresários, conspiração do dinheiro e controle global, nova ordem Mundial. Quer saber quem está por trás da crise económica mundial ? Leia mais sobre os Bilderberg.. CFR, escravidão global, conspiração dos Rockefeller, Comissão Trilateral, Listagem dos participantes nas reuniões Bilderberg de 2005, e muito mais.
(retirado dos comentários de um outro blogue):
António Barreto, António Borges, António Costa, António Guterres, António Vitorino, Artur Santos Silva, Carlos Monjardino, Carlos Pimenta, Eduardo Marçal Grilo, Eduardo Ferro Rodrigues, Elisa Ferreira, Fernando Faria de Oliveira, Francisco Lucas Pires, Murteira Nabo, Francisco Pinto Balsemão, Guilherme de Oliveira Martins, Jorge Sampaio, José Cutileiro, José Durão Barroso, José Galvão Teles, José Sócrates, Luís Mira Amaral, Marcelo Rebelo de Sousa, Margarida Marante, Manuel Maria Carrilho, Miguel Horta e Costa, Miguel Veiga, Nicolau Santos, Nuno Brederote Santos, Nuno Morais Sarmento, Pedro Santana Lopes, Ricardo Espírito Santo Salgado, Roberto Carneiro, Teresa Patrício Gouveia, Vasco de Melo, Vasco Graça Moura, Vasco Pereira Coutinho, Vítor Constâncio...
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
0 - Tem um processo em curso de investigação
1 - Negou coisas que o seu chefe disse
2 - Esteve muito ligado ao PSD
3 - Sabe fazer umas cantarolas
4 - Também sabe jogar golfe
5 - É conselheiro de Estado
- Dias Loureiro!...A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde. ( sempre ajuda a justificar as ajudas de custo)
É o dono do maior Resort Turistico da Ilha do Sal...
PS: Alguém dá por ele na nossa imprensa?
O que nos leva a pensar tal esquecimento...?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo superior a mais de 4 mil milhões de euros, quando se tem amigos...por todo o lado...
Ler ainda ... O poder da mente (ou a falta dele)
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